Programa "Eu Leio Brasil"

quarta-feira, 23 de julho de 2014 0 comentários

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Sessão de autógrafos em Brasília

quinta-feira, 24 de abril de 2014 0 comentários

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Galera de BRASÍLIA: surpresa!

Espero vocês na Livraria Cultura, do Casa Park, no dia 31 de maio (sábado) às 15h, para um bate-papo sobre meus livros, sorteio de brindes e sessão de autógrafos!



Saiba mais e confirme sua presença AQUI

beijinhos,
Carol


Resultado da promoção!

quarta-feira, 2 de abril de 2014 0 comentários

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A vencedora da promoção "2 livros autografados" foi a Flávia Pereira!

Parabéns, Flávia!


** Flávia é o primeiro nome que aparece na linha 479. Os outros nomes que aparecem após o nome dela, na mesma linha, são das quatro pessoas que ela mesma marcou no facebook para convidá-las a participar da promoção, de acordo com as regras do sorteio.

Veja a lista completa de participantes aqui (sempre o primeiro nome de cada linha):


Promoção de aniversário

quarta-feira, 26 de março de 2014 0 comentários

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No meu aniversário, quem ganha presente é você!
Saiba como participar da promoção AQUI.


Boa sorte!


"Azar o seu!" por R$9,90 na Amazon!

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013 1 comentários

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Oiê!

Sabe qual é a boa notícia para entrar em 2014 com o pé direito??? Não??
Então eu vou contar pra você!


O meu livro "Azar o seu!" nunca esteve tão baratinho!
R$9,90 na Amazon!
Eu disse R$9,90!
Repetindo: R$9,90!
Ainda não acredita??? Pois olha aí:


É bom correr, viu, minha gente... Porque eu não sei até quando esse promoção vai durar!


 


Feliz 2014 pra todo mundo!

beijinhos da sorte,
Carol



Saiu no jornal!

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013 0 comentários

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Novembro/2013 - Jornal de Brasília


















Outras notícias

beijinhos,
Carol


Cinco motivos (realmente motivadores) para amar "Os Normais"

domingo, 3 de novembro de 2013 1 comentários

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Oi, pessoal!
Tudo bem com vocês? Espero que sim!

Eu amo assistir a séries de TV - é um dos meus passatempos favoritos! Já passei dias inteiros na frente da televisão, me entupindo de besteiras gordurosas e prometendo inutilmente a mim mesma que o próximo episódio seria o último.


Mas preciso confessar que tenho uma grave mania em se tratando de séries de TV... É que, sabe como é, eu me apego MUITO aos meus seriados favoritos. Tenho uma preguiça enorme de me aventurar por uma série diferente e acabo vendo sempre as mesmas.



E para justificar minha obsessão pelos mesmos seriados, eu resolvi contar para vocês os cinco motivos (realmente motivadores) por que eu amo cada uma das minhas séries preferidas, começando por “Os Normais”.



Os cinco motivos (realmente motivadores) para amar “Os Normais”:


1) As célebres frases da Vani. 

A maneira como a Vani consegue sincronizar seus trejeitos e expressões corporais com as frases absurdas que ela diz é realmente impressionante; o conjunto da obra se harmoniza muito bem e o resultado é gargalhada na certa. 
É muita filosofia e profundidade para uma pessoa só! Veja alguns exemplos:

“Se no nariz não dá rugas, por que a cara inteira não é feita com a pele do nariz?”

“Eu não sinto inveja, pois inveja é revoltar-se com a felicidade alheia, e eu não tô revoltada. Só quero saber por que todo mundo se dá bem e a minha vida continua esse cocô...”




2) As reflexões do Rui sobre o universo feminino

O Rui é implicante, debochado, sínico e pervertido. Pensa que sabe tudo sobre as mulheres, mas, na verdade, não sabe absolutamente nada. Apesar disso, ele é compreensivo e condescendente e, por isso, é o meu personagem favorito da série. 

“Mas elas já nascem malucas ou vão ficando malucas com o tempo? Ou ser maluca faz parte da maluquice delas?” – Rui sobre as mulheres



3) Os convidados

Em praticamente todos os episódios de "Os Normais", o Rui e a Vani interagem com personagens secundários, alguns recorrentes e outros que nunca mais aparecem na série. O meu preferido é o Bernardo Carlos, interpretado pelo Selton Mello. 
Veja uma cena hilária do Bernardo:

(canal: Alexander Sasha)

4) Os diálogos de fim de episódio

Não existe nada mais espontâneo na série do que os diálogos entre o Rui e a Vani que sempre aparecem no final do episódios, quando os créditos já estão rolando na tela. A-do-ro!

5) A vinheta de abertura

Nem preciso explicar o motivo, né?


(canal: DaBocaPraFor4)


Saiba mais sobre "Os Normais" no site da Globo.

Espero que vocês tenham gostado do post!
Até o próximo seriado favorito.

beijinhos,
Carol


Visitando escolas - Ensa

quinta-feira, 17 de outubro de 2013 1 comentários

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Olá!

Hoje eu voltei pra contar pra vocês como foi minha visita à Escola Nossa Senhora Auxiliadora, em Ponte Nova, Minas Gerais. 


Sabe como é a sensação de chegar a uma escola que há tempos você desejava visitar e dar de cara com duas alunas sorridentes esperando por você na portaria? Mais ainda, dar de cara com um buquê de flores artesanais que uma delas fez de presente para você? Não sabe?
Pois é, gente bonita, EU SEI!




Agradeci pelas flores, abracei as alunas e fiquei toda tipo: “Ah, meninas, que coisa mais linda, quanto carinho, meu Deus, que fofura”. 
Fui para a sala dos professores, onde encontrei minha amiga-escritora-talentosa Marina Carvalho! Além de escritora, a Marina é professora de Português e Literatura. Já deu pra sacar que ela dá aula lá na Ensa, né?


A Marina me acompanhou até o auditório onde aconteceria o bate-papo com os alunos. De cima do palco, fiquei observando as turmas chegarem. Era gente que não acabava mais, o auditório ficou lotado! É sério, não estou mentindo. 



Os alunos fizeram uma homenagem para mim! Duas homenagens, aliás.

Primeira homenagem: Vídeo no telão


Segunda homenagem: Declamação de poema 


(para ler o poema clique na foto abaixo)

Se eu fiquei feliz?


Eu queria pular...


e sair desembestada na grama verdinha...


e correr atrás da passarada na direção do mar azul...


Mas, como eu precisava manter a classe até o fim do evento, simplesmente fiquei me concentrando para não chorar de emoção.



Depois disso, alguém teve a brilhante ideia de colocar o microfone na minha mão e aí já viu, né? Desandei a falar todo o "blá, blá, blá" que eu tinha preparado especialmente para aquela manhã. Tinha feito até uma apresentação no Power Point, coisa mais fina.



Em seguida, os alunos me encheram de perguntas. Teve uma garota que me perguntou se eu gostava de romance "hot".


Por fim, os alunos se organizaram numa fila e eu autografei todos os livros!




Veja mais fotos aqui.

Obrigada, alunos e professores da Ensa! Já estou com saudades de vocês!

beijinhos da sorte,
Carol




Dois fins

segunda-feira, 14 de outubro de 2013 1 comentários

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Foram tantas idas e vindas que acharam por bem terminar de vez. Incompatibilidade de gênios, o caso era esse, o caso era grave, namoro impossível. “Pra mim já deu”, foi ele quem disse. Ou talvez tenha sido ela, não sei, ninguém sabe. Nem eles. Foram tantos verbos machucados, tantos gestos e gritos e lágrimas que do instante do fim outro instante se fez e mais outro e mais outro... Horas inteiras num vaivém de gestos e gritos e lágrimas. E palavras. Deus, quantas palavras! Palavras que se multiplicavam, que se agigantavam, que então explodiam e se despedaçavam noutras palavras a ponto de eles nem saberem mais que palavras tinham dito. Até que, enfim, terminaram. Exaustos. E foi cada um pro seu canto, cada um com seu gênio, cada um levando embora sua verdadeira versão do fim. Duas versões. Incompatíveis, é claro. 

Carol Sabar


Pé na estrada - Nova York

quinta-feira, 10 de outubro de 2013 13 comentários

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Oiê, pessoal, tudo bem?

Hoje começa uma nova seção aqui no blog, em que eu vou escrever sobre viagens! Levanta a mão pra cima e dá um salto!

Essa maluca aí sou eu!

Uma das grandes paixões da minha vida é viajar! Conheço várias cidades de vários países. Com grana ou sem grana, de mala ou de mochilão, de busão, de carro ou de avião, no Brasil ou fora dele: para mim, tanto faz. O negócio é experimentar outros lugares, outras culturas. Uma vez, fiquei 23 dias viajando pela "Zoropa" com uma mochila nas costas e pouco dinheiro no bolso.


Mas agora chega de conversa fiada e vamos logo ao que interessa!

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Nova York

Nota (de 0 a 5 malinhas):   
Quantas vezes já estive lá: 3 (na primeira vez, fiz intercâmbio)
Lugares preferidos: Central Park, Soho, Times Square, Top of the Rock
Restaurantes preferidos: Junior's (o melhor cheesecake de NY), Magnolia Bakery, Dean & DeLuca, P.J. Clarke's

Aconteceu de verdade

"O dia da chegada"

Envolvidos no caso: Eu, Best Friend do Airplane, Guardinha Sem Coração, Guardinha de Bom Coração, Recepcionista da Residência, Diogo.
Música tema: "Empire State of Mind"

Lá estava eu, em dezembro de 2009, no aeroporto do Galeão, naquele túnel comprido que leva a gente até a aeronave, quando uma garota estacionou atrás de mim na fila.
— Nossa — disse ela, com o sotaque da Bahia. — Que demora essa fila.
— Nossa — respondi, sobressaltada. — Demora mesmo!
“Para tudo que essa garota pensa exatamente como eu!”, concluí, maravilhada, naquele estado de carência apatetada que viajar sozinha nos proporciona.


Contei para ela que eu estava indo para Nova York pela primeira vez, para estudar inglês, e que ficaria hospedada em Manhattan, numa residência só para mulheres.  Ao que ela respondeu, com toda sabedoria:
— Puxa. É uma experiência pra guardar pra vida toda.
“Gente!”, pensei, chocada. Era o mesmo argumento que eu tinha usado, meses antes, para convencer a mim mesma de que todo aquele investimento financeiro no intercâmbio valeria a pena!
E quando descobri que a garota se sentaria ao meu lado no avião, fiquei ainda mais estupefata e ela se tornou minha Best Friend do Airplane.



Ela comeu lasanha, eu também. Ela assistiu a um seriado no computador de bordo, eu também. Ela virou para o lado, para dormir, eu também. Quando pousamos em Nova York, ela se dirigiu para a fila da imigração com os documentos na mão, eu também. Estávamos pegando nossas malas na esteira do aeroporto quando ela sugeriu:
— Vamos dividir um táxi até Manhattan?
Eis o que eu deveria ter respondido:
— Claro, amiga! Vamos dividir um táxi.


Eis o que eu respondi:
— Não, obrigada. Vou de metrô.
Foi o primeiro erro do dia.


Ah, deixa eu te explicar uma coisa. Pouco importava que eu estivesse sozinha numa cidade desconhecida, às 6h30 da manhã de domingo. Pouco importava que o aeroporto ficasse a quilômetros de distância do centro de Manhattan, que eu tivesse que pegar primeiro um trem, depois o metrô e fazer mais umas quatro baldeações até o meu destino final. Nessas horas, meu espírito de mochileira falava mais alto. E uma mochileira jamais gasta 50 dólares no conforto de um táxi quando ela pode gastar um décimo disso e chegar ao mesmo lugar.
— Ok — disse ela, que não era boba nem nada. — Então tchau.
Da Best Friend do Airplane nunca mais tive notícia.



Então, novamente, tinha restado apenas eu.
E Deus.
E uma mala de rodinhas.
E uma mochila nas costas.
E um casacão a tira colo.
E um aeroporto imenso, dentro do qual, eu sabia, tinha de haver uma plaquinha indicando a direção do trem que me levaria até o metrô.
Procurei, procurei, procurei.


Até que encontrei o caminho e me apressei para descer pelas escadas rolantes. Lá embaixo, levei um baita susto com um guardinha furioso tagarelando na minha direção, apontando para mim, para a mala e para as escadas. 


“O que foi que eu fiz de errado, meu Deus, o que foi que eu fiz? Será que ele vai me prender?”
Fiquei olhando para o guardinha sem saber o que fazer.


O Guardinha Sem Coração falava muito rápido, com todo aquele sotaque nova-iorquino que ele tinha, realmente intimidador. Quando finalmente entendi que era proibido descer pelas escadas rolantes com uma mala de rodinhas e que, por isso, eu deveria ter descido de elevador, simplesmente falei:
— I’m sorry. — E saí de fininho.


O trem me deixou na estação de metrô, que, para meu desespero, era ao ar livre. Fazia um frio de doer. Vesti o casacão e esperei. 


Depois de quase uma hora pulando de estação em estação, eu já tinha me acostumado àquela voz masculina saindo dos auto-falantes do metrô de NY: "Stand clear of the closing doors, please".


Verifiquei o mapa do “subway”. Havia duas alternativas, duas estações diferentes em que eu poderia fazer a última baldeação que me faltava. Escolhi aleatoriamente uma delas.
Foi o segundo erro do dia


Aquela era uma das poucas estações de Manhattan em que a baldeação não é feita no próprio local. Eu precisaria sair de onde estava, ou seja, subir as escadas até a calçada, atravessar a rua lá em cima e novamente descer as escadas para a outra estação. E dessa vez, os degraus não eram rolantes. 


Para minha sorte, um Guardinha de Bom Coração apareceu de repente e me ajudou a subir com a mala. Mas na descida para a outra estação, tive de me virar sozinha mesmo. 


Finalmente, mortinha da Silva, cheguei ao prédio de tijolinhos em que eu ficaria hospedada durante todo o intercâmbio. A Recepcionista da Residência me entregou as chaves do quarto e eu caí como árvore na cama macia. Fiquei ali, totalmente parada, sem ousar mexer um músculo por quinze minutos. 


Eu estava louca por uma sonequinha. Mas resolvi desfazer logo minha mala, arrumar minhas bugigangas no guarda-roupa embutido na parede. Eu já havia pendurado quase todas as roupas nos cabides quando me deu vontade de fazer xixi. O banheiro, que era coletivo, ficava no corredor do meu andar. Antes de sair do quarto, bati a porta do guarda-roupa e, só para garantir, girei uma pequena chavinha que estava pendurada no puxador. 
Foi o terceiro erro do dia


Quem já leu o “Como (quase) namorei Robert Pattinson” provavelmente vai se lembrar da cena da Duda e do cofre digital.
Pois é. Infelizmente minha inspiração para escrever essa cena não veio do além.
Quando voltei do banheiro, a porta do meu guarda-roupa não abriu! Empurrei, soquei a madeira, mas não consegui desemperrar a danada da chavinha. Pedi socorro para a Recepcionista da Residência, mas ela também não resolveu o meu problema e, por fim, eu precisei assinar um documento, dando autorização para que ela pudesse chamar alguém para consertar a porta do guarda-roupa numa hora em que eu estivesse na escola, sabe-se lá Deus quando (demorou uma semana). 
Caí na cama de novo, sem acreditar na minha falta de sorte.


Ah, entenda. Eu não sou dada a esse tipo de chororô sentimentalista, ainda mais quando estou viajando. Não sou de ficar me lamentando, pelo contrário, sou uma pessoa bastante positiva, muito bem, obrigada. Mas o dia da chegada é o mais esquisito da viagem, as emoções da gente ficam à flor da pele. 
Só uma pessoa poderia me botar para cima naquele momento. Liguei para o Diogo, meu namorado.
Como sempre, falei, falei, falei. Como sempre, ele me ouviu, me ouviu, me ouviu. Só depois, quando eu já estava cansada da minha própria voz, é que ele começou a falar:
— Todos os seus casacos estão presos no guarda-roupa?
— Não — respondi, num fio de voz. — Ainda sobrou um. 
— Então, por favor, levanta logo dessa cama e vai pra rua! A sua viagem já começou inesquecível. Você está em Nova York, Carol! Vai viver a vida!
Nem pensei duas vezes. Vesti meu casaco e saí. 
Eu estava em Nova York, caramba! Em Nova York! Que acabou se tornando a minha cidade preferida de todos os tempos.




Lembranças de Viagem

beijinhos,
Carol