Eu no show do John Mayer

segunda-feira, 23 de setembro de 2013 0 comentários

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Oiê, pessoal!

Quem me acompanha aqui no blog ou nas redes sociais já está careca de saber que eu sou super fã do John Mayer e que várias cenas de amorzinho protagonizadas pelo casal Bia e Guga, no meu livro "Azar o seu!", são embaladas pelas músicas do cantor.
(Quer saber mais? Veja o post sobre as minhas inspirações para escrever o "Azar o seu!" aqui ou acesse a playlist do livro aqui)

Então é claro que eu não poderia perder o primeiro show do JM no Brasil!


Ao contrário da Bia, que é super azarada, eu sou uma verdadeira SORTUDA e fiquei bem pertinho do palco!



Ao contrário da Bia que é toda irritadinha, emburradinha (pelo menos no início do livro) e não gosta de bater um papo informal com os seus semelhantes (pelo menos finge não querer conversa com o cara charmosérrimo que ela conhece durante um tiroteio), eu sou muito gente fina e vou contar para vocês tudinho que aconteceu comigo durante o show:

1) Eu gritei, sorri, pulei, dancei, cantei, me descabelei, chorei até minha maquiagem escorrer e meus olhos ficarem pretos como os da Katy Perry na versão panda derretido...

 

2) Me lembrei da Bia e do Guga o tempo todo...


3) Levantei balões verdes e amarelos...


4) Fiquei olhando fixamente para a cara do JM para ter certeza de que ele estava mesmo ali, na minha frente, cantando minhas músicas preferidas...


5) Me emocionei com a emoção de pessoas que eu nem conhecia...


6) Fui empurrada para todos os lados e nem me importei...


7) Senti frio e calor ao mesmo tempo...


8) E só fui descobrir que eu estava morrendo de dor nas pernas quando infelizmente o show acabou e eu me dei conta de que precisava voltar pra casa.


9) O resultado de tudo isso:

Duas horas e meia de show...
Mais de vinte músicas apresentadas...

JOHN MAYER, muito obrigada pelo melhor show da minha vida!





E para celebrar minha felicidade extasiante, GRAVEI UM VÍDEO com os momentos inesquecíveis dessa quinta-feira, dia 19 de setembro, o dia em que as 30 mil pessoas da Arena Anhembi São Paulo ovacionaram um dos melhores guitarristas do mundo.
Espero que gostem!





beijinhos da sorte,
Carol




Respondendo as perguntas do bate-papo que NÃO aconteceu na Bienal do Livro

terça-feira, 17 de setembro de 2013 0 comentários

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Oi, pessoal, tudo bem com vocês?

Como expliquei no último post, o estande da Jangada ficou super lotado durante o evento que aconteceu no dia 7 de setembro, na Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Tinha MUITA gente!


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O estande ficou (quase) assim!


Por isso, a editora decidiu cancelar o bate-papo que aconteceria antes da sessão de autógrafos, para que eu pudesse ter mais tempo de conversar com cada leitor individualmente, autografar todos os livros e tirar muitas fotos!
Porém, os blogs que organizaram o evento já haviam preparado umas perguntinhas para me fazer lá na hora, todas elas enviadas pelos leitores e pelos próprios blogs. Como o bate-papo não aconteceu, hoje estou aqui, em vídeo, para responder essas perguntas! Vamos lá!
Ah! Os erros de gravação estão no fim do vídeo! 



A pergunta que venceu a promoção do "Azar o seu!" autografado foi a da Vanilda Procópio.
Parabéns, Vanilda!
Um super beijo para você!

Entre em contato com um dos blogs abaixo:
Equalize da Leitura
Murmúrios Pessoais
Leitora Incomum
Diário de uma Leitora Compulsiva
Letras & Folhas


beijinhos da sorte,
Carol


Bienal do Livro do Rio de Janeiro

terça-feira, 10 de setembro de 2013 2 comentários

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Oi, pessoal!

A Bienal do Livro do Rio de Janeiro foi inesquecível para mim.
Conheci vários autores e leitores incríveis. A sessão de autógrafos foi um sucesso, com direito a fila de leitores dando volta no estande da Editora Jangada. Meus dois livros entraram para o ranking dos mais vendidos: "Azar o seu!" ficou em primeiro lugar, "Como (quase) namorei Robert Pattinson" em segundo. Muito legal, né?
Como o estande ficou muito cheio, muito mais que o esperado, e não havia microfone, caixas de som, etc, a Editora Jangada decidiu cancelar o bate-papo que aconteceria antes da sessão de autógrafos. Assim eu tive mais tempo para conversar com cada leitor individualmente, autografar todos livros e tirar muitas e muitas fotos.

Aos blogs que ajudaram na organização e divulgação do evento: muito obrigada!
Equalize da Leitura
Murmúrios Pessoais
Leitora Incomum
Diário de uma Leitora Compulsiva
Letras e Folhas




Clique nas imagens para ver todas as fotos (via facebook):



Até o próximo evento!

beijinhos da sorte,
Carol


Com quantas palavras se faz uma Bienal do Livro?

segunda-feira, 2 de setembro de 2013 10 comentários

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A Bienal do Livro é o meu evento preferido do ano. É maravilhoso deixar a realidade esperando um pouquinho lá fora e atravessar aquele portão rumo a uma cidade paralela, onde as ruas têm cheiro de carpete e celulose... onde as casas são imensas construções coloridas apelidadas de estandes.

A Bienal do Livro é como coração de mãe: dentro dela sempre cabe mais um. Eu estive lá, eu contei. De um em um, contei dez, cem, mil. Até que perdi as contas. Era muita gente, só isso que digo. Uma multidão reunida para celebrar a literatura em todas as suas formas, seja clássica ou popular, feita para rir ou chorar, para encantar com versos, quadrinhos e palavras, muitas palavras. Aliás, com quantas palavras se faz uma Bienal do Livro? Se fosse possível contar todas as palavras de todas as páginas de todos aqueles livros empilhados aos montes... quantas palavras teríamos, afinal?

Sou engenheira. Gosto de números. Gosto de contar. Este texto, por exemplo. Se eu quiser, posso contar quantas palavras este texto tem. Você duvida? Fragmentado até a vírgula que vou digitar exatamente agora, este texto é um conjunto de 184 palavras. Pronto, contei.

Sou engenheira, mas não sou boba. Sei que não posso contar tudo que quero. Minha professora de matemática certa vez me ensinou que os conjuntos se dividem em contáveis e incontáveis, finitos e infinitos. Foi nessa época, aliás, que comecei a me interessar por literatura.

Na literatura não existe frustração aritmética, não existe divisão de conjuntos, dois pra lá, dois pra cá, não existe certo e errado. Na literatura existe apenas o que não se pode contar. Sério. Não se deixe enganar: a literatura é por natureza incontável, até quando contar parece possível. Aquelas 184 palavras que contei agora há pouco podem ser dez, podem ser mil. Tudo depende do tamanho da imaginação do leitor, da mensagem que transcende as letras. A literatura é um infinito cheio de pontos finais.


Carol Sabar