Cabeças de Ferro

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Jovem adulto
(young adult)
Assunto: Ficção
Tipo de Capa: Brochura
Número de Páginas: 304



Volume 1

Sinopse:

Nem em seus piores pesadelos, Malu imaginava que sua vida universitária começaria tão tumultuada!
Ela acaba de ser aprovada no concorridíssimo vestibular da "Universidade dos Cabeças de Ferro”, e agora, com o apoio de Nicolas – que sonha ser muito mais que seu amigo –, prepara-se para encarar o temido trote da Engenharia.
O veterano designado para aplicar o trote em Malu é ninguém menos que Artur Cantisani, o seu sexy arqui-inimigo, responsável pela humilhação que ela sofreu aos 11 anos de idade, na frente de toda a escola.
Inesperadamente, porém, quando o trote começa, Artur despeja a gosma não em Malu, mas em outra caloura, que sofre um choque anafilático! Veteranos e calouros fogem, deixando Malu, Artur e Nicolas sozinhos na "cena do crime”.
Mas por que a garrafa da gosma despejada na caloura era a única com conteúdo de cor diferente? E por que todas as outras garrafas desapareceram sem deixar rastro? Alguém estaria tentando ocultar provas? Os estudantes da Engenharia estariam na mira de um assassino?
Envolvidos até o pescoço, Malu e Artur não têm outra saída a não ser unir seus cérebros brilhantes para desvendar o que há por trás de tanto mistério.
Com a mesma linguagem espontânea e divertida que conquistou tantos leitores, Carol Sabar agora conta uma história irresistível, cheia de suspense, romance e adrenalina.



Trecho do livro:

– Cabeças de Ferro, eis a nossa obrigação!
– Levar esses calouros à completa humilhação!
– Cinco, quatro, três, dois, um! Manda ver, Cantisani!
Tudo aconteceu muito rápido. De olhos bem fechados, esperei pela enxurrada de misturas fedorentas que Artur jogaria em mim. Pude ouvir o som do líquido sendo derramado da garrafa. Mas meu cabelo e minhas roupas continuaram secos.
Então abri os olhos. Artur havia despejado o líquido na garota japonesa ao meu lado. Não em mim. (...) De repente a garota ficou branca como cera e seu rosto foi inchando, inchando... Até ela pôr as mãos na garganta, como se estivesse sufocando, e desabar no chão.